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12 de Maio de 2021

O direito igualitário dos homens na guarda compartilhada dos filhos

Direito de família; defesa dos homens, direito iguais entre homens e mulheres, guarda compartilhada, pais e filhos, mudança de cenário e paradigma.

Michele Roque, Advogado
Publicado por Michele Roque
há 4 anos

Hoje sob o enfoque de novos conceitos de família e com a mudança do cenário em nossa sociedade, as decisões no poder judiciário estão cada vez mais inovadoras. A guarda compartilha é uma mudança para melhor, no qual, tem o objetivo do bem-estar da criança. A responsabilidade é conjunta e o exercício de direito e deveres é compartilhado por ambos os pais.

O direito de família atua em prol da guarda compartilhada, pois com o desenvolvimento de novas entidades familiares, quebra aquele paradigma antigo que as mães são sempre as mais aptas para cuidar e ficar com a guarda dos filhos.

Antigamente, em uma separação ou divórcio litigioso, que a disputa era pela guarda do filho, muitas vezes os homens se viam desamparados, quando muito, saiam da audiência com uma sentença cheia de restrições e podendo ver o filho de 15 em 15 dias.

Mas agora, a guarda compartilhada veio para melhorar a situação de muitos que se encontrava ou encontram nessa situação. A especialização do profissional do direito de família na defesa dos homens, tem como finalidade de proporcionar para esse pai, que sim ele tem direito igual ao da mãe para obtenção da guarda do filho.

Ora, a guarda compartilhada traz benefícios para o filho, oportunizando a convivência igualmente com ambos os genitores, além do mais, a defesa da guarda compartilhada é possível, inclusive, quando há conflito entre os genitores.

O homem, pai de família, pode contar com esse mecanismo jurídico para concessão da guarda do filho. A guarda compartilhada representa a divisão de responsabilidade dos pais e o poder da imediatividade de decisão igualitário na vida do filho. A busca por um acordo em favor da guarda compartilhada é o maior objetivo buscado por nós operadores do direito.

2 Comentários

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Prezada, nos casos que a ex-conjuge more com os pais , ainda trabalhe em horários que o genitor (ex conjuge) esteja de folga. Como pode o pai requerer esse tempo para convivo com os filhos? continuar lendo

Ainda tem muuuuita coisa para evoluir. O homem ainda é visto e tratado não como pai mas sim como pagador de pensão apenas. Não vou entrar em detalhes pois precisaria escrever um livro p falar (desabafar) oq gostaria, mas o fato é que para ser pai no Brasil, o homem deve abaixar a cabeça, engolir seco e dar sorte ainda, isso para conseguir migalha. Existem leis claras para proteger filho e mãe diante de um pai ausente, mas quem protege o pai diante de uma mãe má intencionada? Não será infelizmente na minha geração que verei justiça... continuar lendo